sábado, 5 de março de 2011



Existem pessoas que simplesmente fizeram parte de momentos cruciais da sua vida, sejam mãe, pai, avô, avó, tio ou tia, irmão ou irmã. Eu me lembro quando minha tia me ensinou a andar de bicicleta no jardim ao lado da varanda da casa dos meus avós, eu tinha em torno de quatro anos e me lembro bem das dores dos tombos, a grama úmida pouco me auxiliava, minha tia prometia que não iria soltar-me, mas várias vezes ela quebrou essa promessa porém, foram essas ”promessas quebradas” que me fizeram aprender. É interessante a maneira como essas lembranças estão bem vivas em nossa memória e agora que crescemos vemos lições preciosas nelas.
Em aprender a andar de bicicleta vejo como é importante para nós, nos livrarmos das rodinhas e dos braços de nossa família para podermos continuar, talvez esse tenha sido o meu primeiro momento de independência mas como tudo na vida; eu precisei de um empurrãozinho. 
Engraçado é lembrar de como fui mostrar para minha mãe o que tinha aprendido a fazer e saber que quando tentei, caí e me machuquei, mas tentei outra vez e consegui; o que importava naquele momento não era o sangue escorrendo no meu braço e sim provar para minha mãe que eu sabia andar de bicicleta e sem rodinhas.
Dadas as circunstâncias do tempo hoje neste exato momento eu estou vendo a pessoa que por toda a minha vida, que me ensinou a andar e a andar de bicicleta está saindo da minha vida, para talvez nunca mais voltar, como eu já disse às vezes precisamos nos livrar das rodinhas; eu só não queria que essas fossem as rodinhas da vida, pois sem elas creio ser impossível continuar.

Guilherme Willian Dos Santos Trajano.

Existem pessoas que simplesmente fizeram parte de momentos cruciais da sua vida, sejam mãe, pai, avô, avó, tio ou tia, irmão ou irmã. Eu me lembro quando minha tia me ensinou a andar de bicicleta no jardim ao lado da varanda da casa dos meus avós, eu tinha em torno de quatro anos e me lembro bem das dores dos tombos, a grama úmida pouco me auxiliava, minha tia prometia que não iria soltar-me, mas várias vezes ela quebrou essa promessa porém, foram essas ”promessas quebradas” que me fizeram aprender. É interessante a maneira como essas lembranças estão bem vivas em nossa memória e agora que crescemos vemos lições preciosas nelas.
Em aprender a andar de bicicleta vejo como é importante para nós, nos livrarmos das rodinhas e dos braços de nossa família para podermos continuar, talvez esse tenha sido o meu primeiro momento de independência mas como tudo na vida; eu precisei de um empurrãozinho. 
Engraçado é lembrar de como fui mostrar para minha mãe o que tinha aprendido a fazer e saber que quando tentei, caí e me machuquei, mas tentei outra vez e consegui; o que importava naquele momento não era o sangue escorrendo no meu braço e sim provar para minha mãe que eu sabia andar de bicicleta e sem rodinhas.
Dadas as circunstâncias do tempo hoje neste exato momento eu estou vendo a pessoa que por toda a minha vida, que me ensinou a andar e a andar de bicicleta está saindo da minha vida, para talvez nunca mais voltar, como eu já disse às vezes precisamos nos livrar das rodinhas; eu só não queria que essas fossem as rodinhas da vida, pois sem elas creio ser impossível continuar.

Guilherme Willian Dos Santos Trajano.

Nenhum comentário:

Postar um comentário